Tapete Vermelho

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Depois de tantos cliques e olhos atentos ao tapete vermelho do Globo de Ouro de ontem, eu não podia deixar passar em branco este assunto. Muitas atrizes, muitas marcas de luxo, muitas joias e muita beleza reunida em um só local. Alta expectativa para os melhores e piores looks de festa.

Ficou claro que Anna Chlumsky, não escolheu o melhor modelo para o tapete vermelho, mas você percebe onde está o problema maior? É assim que funciona na maioria das vezes, gostamos ou não do look no outro ou em nós mesmas e não conseguimos identificar o problema, porque não deu certo? A roupa é de uma marca bacana, de tecido nobre, acabamento impecável e não funciona?

Em nosso imaginário toda roupa que vestimos deveria cair bem e quanto mais cara e mais conceituada a marca a expectativa aumenta. Sinto informar, mas nem sempre é assim, você é única e suas proporções também e a costura funciona em cima de padrões de medidas. Isso não significa que temos que seguir o padrão, significa que não sendo feita sob medida, as peças precisam partir de algum princípio, ou seja, pequeno reparo e… peça perfeita no corpo.

Outro perigo é que quando não estamos 100% satisfeitas conosco, tendemos a nos cobrir. Não posso afirmar que foi exatamente isto que ocorreu, mas Anna Chlumsky deu a luz à sua filha caçula, no final de agosto e a maioria das mães não voltam tão rapidamente a sua forma física. O vestido escolhido para o tapete vermelho, possui um decote na diagonal que em teoria alongaria a silhueta se estivesse no lugar ideal, mostrando um pouco da pele, porém ele cola tanto no pescoço e é repuxado por um plissado costurado a uma alça, que parece sufocar a atriz.

Olhando de frente é possível ver o quanto os seios além de volumosos estão espalhados, separados e isto aumenta mais ainda o visual da porção superior do corpo. Lingeries são essenciais para o sucesso do look. Um sutiã com sustentação e função de aproximar os seios deixaria tudo mais harmônico. Aqui a melhor opção seria o bom e velho decote em “V”, alongaria o pescoço, a silhueta e deixaria o look sexy sem ser vulgar, valorizando os seios e equilibrando o look por inteiro.

Ainda de frente é possível ver que há marcação da cintura que é a área do tronco mais magra de todos nós. Mas o emaranhado do plissado inferior também não ajudou. Olha de perfil a diferença na silhueta que se apresenta mais esguia. É assim, muitas vezes não estamos bem e ao nos vestirmos conseguimos ficar pior. Se a atriz de “meu primeiro amor”, tivesse conhecimento de suas curvas e proporções possivelmente teria escolhido outro modelo, em uma coloração um pouco mais suave que a deixasse uma sereia.

Ter este conhecimento não é tão simples, por isso normalmente há o auxílio de uma consultora de imagem e estilo, como eu, para orientar e facilitar este processo para que independente da ocasião, idade, estilo próprio você seja assertiva e segura de suas escolhas potencializando sua beleza natural e transmitindo a mensagem desejada.

Há muitas opções de más escolhas, mas não estou aqui para julgamentos afinal cada uma tem seu estilo próprio e cada uma deveria vestir-se de si mesma para pisar no tapete vermelho ou passear por aí. Só quis passar para lembrar que muitas vezes são detalhes como a manga do vestido Prada que Natalie Portman, usou, que poderia ser mais curta para não terminar exatamente no ponto onde a barriga de grávida está em seu maior diâmetro, ficaria mais harmonioso no conjunto. Outras vezes menos é mais como a escolha graciosa de Reese Whitherspoon.

Quer saber como se valorizar e transmitir a melhor mensagem? Entre em contato – kelly@kellyserrano.com.br

Boa semana, beijo grande!

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